Notícias - Seminário Diocesano São José - Diocese Itabira - Cel. Fabriciano

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Término do ano formativo 2016

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É pela graça de Deus que mais um ano e semestre letivo se encerram.

 
Com nossos esforços, lutas, dedicação e, principalmente, com o auxílio de Deus que estamos vencendo mais uma etapa de formação em nosso Seminário Diocesano. O caminho percorrido até aqui, nas várias etapas formativas, tanto da filosofia quanto da teologia, está sendo uma grande oportunidade de crescimento em diversos campos da nossa vida humana e cristã.

Nessa última semana que antecede a nossa ida para a missão de encerramento do ano em João Monlevade, tivemos também a oportunidade de contar em nossa casa de formação, com a presença do nosso bispo diocesano, Dom Marco Aurélio, com os padres responsáveis pela formação dos seminaristas e com outros padres que se disponibilizam no atendimento de direções espirituais e de confissões.


Pe. Luciano, Pe. Cleverson, Dom Marco, Pe. Márcio, Pe. Luis e Pe. Francisco.

Foi motivo também de grande júbilo a oportunidade a comemoração do aniversário de dois dos nossos seminaristas, Adriano e Márcio, além do aniversário de Pe. Luciano, diretor espiritual do nosso seminário.



 
Mais uma vez louvamos em agradecimento a Deus por esse ano que se encerra, já nos preparando para 2017, que seja para nós um novo período de aprendizagem e de crescimento humano e espiritual. Que a Virgem Maria, Senhora Aparecida, esteja ao nosso lado e continue a nos moldar para um ministério santo e fecundo no serviço da Igreja.





Encerramento Ano da Misericórdia

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No dia 15 de novembro nos reunimos no Carmelo Nossa Senhora Aparecida, em Belo Horizonte, para encerrarmos o Ano da Misericórdia do Seminário Diocesano. Num primeiro momento Padre Francisco fez uma reflexão sobre a importância da confissão e como é importante nos prepararmos para isso (segue a formação a baixo). Ao término celebramos a Santa Missa e encerramos nossa manhã de espiritualidade com a oração da Hora Média com as monjas carmelitas.



1- DIGNIDADE DA CONSCIÊNCIA MORAL E O SACRAMENTO DA CONFISSÃO.
 
Em Misericordiae Vultus, bula de proclamação do Ano santo do Jubileu extraordinário da misericórdia, do papa Francisco, precisamente no número 17, se lê: “Não me cansarei jamais de insistir com os confessores para que sejam um verdadeiro sinal da misericórdia do Pai. Ser confessor não se improvisa. Tornamo-nos tal quando começamos, nós mesmos, por nos fazer penitentes em busca do perdão. Nunca esqueçamos que ser confessor significa participar da mesma missão de Jesus e ser sinal concreto da continuidade de um amor divino que perdoa e salva. Cada um de nós recebeu o dom do Espírito Santo para o perdão dos pecados; disto somos responsáveis. Nenhum de nós é senhor do sacramento, mas apenas servo fiel do perdão de Deus. Cada confessor deverá acolher os fiéis como o pai na parábola do filho pródigo: um pai que corre ao encontro do filho, apesar de lhe ter dissipado os bens. Os confessores são chamados a estreitar a si aquele filho arrependido que volta a casa e a exprimir a alegria por tê-lo reencontrado. Não nos cansemos de ir também ao encontro do outro filho, que ficou fora incapaz de se alegrar, para lhe explicar que o seu juízo severo é injusto e sem sentido diante da misericórdia do Pai que não tem limites. Não hão de fazer perguntas impertinentes, mas como o pai da parábola interromperão o discurso preparado pelo filho pródigo, porque saberão individuar, no coração de cada penitente, a invocação de ajuda e o pedido de perdão. Em suma, os confessores são chamados a ser sempre e por todo o lado, em cada situação e apesar de tudo, o sinal do primado da misericórdia”.
 
O discípulo de Cristo que, após o pecado, se aproxima, movido pelo espírito santo, do sacramento da penitência, deve, antes de tudo, voltar-se para Deus de todo o coração. Essa conversão interior supõe os quatro passos seguintes que constituem a estrutura do sacramento da confissão: Contrição, Confissão, Satisfação e Absolvição.

1.1- Contrição ou Exame de Consciência
 
Entre os atos do penitente ocupa o primeiro lugar a contrição, ou seja, “a dor da alma e a detestação do pecado cometido, com o propósito de não mais pecar”. Com efeito, “ao reino anunciado por Cristo só se pode chegar mediante a metanoia, isto é, através da íntima mudança do homem todo, pela qual ele começa a pensar, julgar e dispor a sua vida levado por aquela santidade e caridade de Deus, que foram manifestadas no últimos tempos” (Hb,1,2).        
 
Muitos não sabem o que confessar. Estão insatisfeitos com os modelos habituais de confissão, em que lhes é recomendado o que devem analisar em si mesmos. Alguns enumeram os mandamentos e acusam-se de terem transgredido este ou aquele mandamento, mas para muitos isso parece superficial e esquemático demais.

O que deu bom resultado foi a organização do exame segundo três pontos de vista: 1- minha relação com Deus; 2- meu relacionamento comigo mesmo e, 3-  meu relacionamento com o meu próximo.
 
O confessando pode perpassar esses três aspectos e contar como se sente em cada um deles, no que ele sente insatisfeito consigo mesmo e pelo que se sente culpado. Muitos dizem que não tem muita cosa a confessar. Sobretudo não tem nada que precisariam arrepender-se. Tampouco se trata de confessar apenas a culpa. Já é muita coisa quando refletimos sobre nossa vida e conseguimos falar dela. E certamente nisto existem aspectos com que não estamos muito satisfeitos. Naturalmente, muitas vezes não conseguimos decidir claramente se alguma coisa é pecado ou apenas fraqueza, desatenção, erros cotidianos. Isso também não é tão importante. Trata-se de pensar em nossa vida e, no mínimo, falar sobre o que nos deixa inquietos. Quando alguém descreve um conflito com o pai ou a mãe ou com um chefe ou colaborador, deve simplesmente contar como lida com isso, quais sentimentos afloram, como se comporta. Assim, torna-se claro na conversa, qual é a sua parte de culpa e o que ele pode modificar em si mesmo. Não faz muito sentido simplesmente contar o conflito ou solucioná-lo a partir de si mesmo, unilateralmente. A conversa pode mostrar o que o ajudaria mais. Talvez ele necessite de algum distanciamento interior. Em qualquer caso, deveria tornar-se claro, na conversa, que a culpa nunca é de um só, mas que sempre ambos estão envolvidos. E devemos desatar o nó deste envolvimento para ver o outro mais objetivamente.
 
Alguns chegam à conversa no confessionário com uma culpa concreta, como algo que justamente naquele momento lhes pesa muito, e se limitam a essa única coisa. Isso faz sentido, eles só confessam o que os aflige no momento. Querem realmente se empenhar na solução daquele problema. Quando narram a problemática, o sacerdote pode perguntar como se sentem, o que poderiam fazer de diferente, o que atribuem a si mesmos e o que desejam. Pode também perguntar-lhes se estão preparados para perdoar a si mesmos por essa culpa. É que não adianta muito o confessando apenas queixar-se e culpar-se mas não estar disposto a acreditar na misericórdia de Deus e a ser misericordioso consigo mesmo. As perguntas do confessor não devem basear-se nas curiosidades; devem ajudar o confessando a contar mais sobre si mesmo e, por meio da fala, ver com mais clareza onde reside o verdadeiro problema. Ao falar, o confessando torna seus sentimentos mais visíveis, e assim eles podem ser esclarecidos.
 
Como foi dito no início, um bom exame de consciência pode se apoiar sobre o seguinte:
 
1- Meu Relacionamento com Deus

No relacionamento com Deus podemos nos perguntar:

  • Qual é o papel representado por Deus em minha vida? Posso contar com Ele? Procuro por ele? Ou simplesmente passo por Ele em minha vida sem notá-lo?
  • Como inicio o meu dia? Como o encerro? Realizo rituais que me lembram a presença de Deus? Coloco-me de manhã sob a presença de Deus? Reservo algum tempo para rezar, para permanecer em silêncio, para meditar e ler?
  • Minha relação com Deus tornou-se vazia? Quais são os anseios de minha alma?
  • Apresento-me a Deus como realmente sou? Deus é efetivamente o objetivo da minha vida e a fonte da qual eu vivo?
 
Todas essas questões tratam, em primeiro lugar, não da questão da culpa, mas da qualidade do meu relacionamento. E a conversa sobre esse tema poderá tornar-se sensível para o modo como me fecho diante de Deus. Pois esse fechamento tem a ver com a culpa, mesmo se com isso não estou transgredindo nenhum mandamento. É meu coração que pergunta onde está o problema.

2- Meu Relacionamento Comigo Mesmo

No relacionamento comigo mesmo algumas perguntas podem ajudar muito:
 
  • Como lido com minha própria pessoa? Será que eu mesmo vivo, ou são os outros que me fazem viver?
  • Sou livre, interiormente, ou me faço dependente de pessoas, coisas e hábitos?
  • Como são meus hábitos referentes à comida e à bebida?
  • Lido responsavelmente com minha saúde? Faço alguma coisa em prol dela?
  • Como são meus rituais cotidianos? Administro bem o meu dia ou simplesmente o vivo como ele vem?
  • Julgo a mim mesmo? Rebaixo-me?
  • Quais são meus pensamentos? Quais são minhas fantasias e sentimentos? De onde vem? Como lido com eles?
  • Como lido com o meu corpo?
  • Como lido com minha sexualidade?
  • Prendo-me a sentimentos depressivos, mergulho em autopiedade?
  • Puxo-me constantemente para baixo ao me queixar frequentemente?
 
Neste caso, vale lembrar que entre o eu real e o eu ideal há um caminho a ser percorrido. Trata-se de buscar todos os meios válidos para ir se construindo uma auto imagem positiva de si, sem se entregar a conformismos e mediocridades ou narcisismos paralisantes que vão sustentar sempre uma imagem irreal de si baseada no complexo de inferioridade ou de superioridade.
 
3- Meu Relacionamento com o Próximo

  • Quanto ao relacionamento com meu próximo pode-se começar com aquilo que me pesa particularmente:
  • Como vejo o conflito do meu ponto de vista?
  • Como se sente o outro em relação a isto?
  • Qual é a história precedente ao conflito?
  • O outro me faz lembrar do quê?
  • Por que é tão difícil para mim aceitá-lo?
  • Onde ele me magoa?
  • Qual é o ponto sensível em mim?
  • Como magoei o outro?
  • Trato meu semelhante com o devido cuidado?
  • Seu bem estar é importante para mim, ou só me preocupo comigo mesmo?
 
Neste caso, trata-se de descrever o conflito sem logo culpar ou desculpar a si mesmo e ao outro. Na narrativa, pode tornar-se claro onde está minha parte da culpa e o que posso melhorar em mim. Quando reflito sobre meus relacionamentos com as outras pessoas, posso me perguntar de quem falo mais frequentemente, como falo dos outros, se dou atenção ou não a meus semelhantes, se estou constantemente julgando-os e condenando-os internamente, se me coloco acima deles.
 
1.2- Confissão dos Pecados

Do sacramento da penitência faz parte a confissão das culpas que procede do verdadeiro conhecimento de si mesmo diante de Deus e da contrição de pecados. Mas este exame de consciência e da acusação externa deve ser feito à luz da misericórdia de Deus. No entanto, a confissão exige do penitente a vontade de abrir o seu coração ao ministro de Deus; e da parte deste um julgamento espiritual pelo qual, agindo em nome de Cristo, pronuncia, em virtude do poder das chaves, a sentença de remissão ou da retenção dos pedaços.
1.3- A Satisfação

A verdadeira conversão se completa pela satisfação das culpas, pela mudança de vida e pela reparação do dano causado. As obras e a medida da satisfação devem adaptar-se a cada penitente para que cada um restaure a ordem que lesou e possa curar-se com o remédio adequado. É necessário, por conseguinte, que a satisfação imposta seja realmente remédio para o pecado e, de algum modo, renovação de vida. Assim, o penitente, “esquecendo o que passou”, (Fl 3,13), integra-se de novo no mistério de salvação lançando-se para frente.
1.4- Absolvição Sacramental

“Depois da confissão e da conversa com o confessando, o sacerdote dá a absolvição. Absolvição quer dizer dissolução, soltura, liberação. Em nome de Jesus, o sacerdote libera o confessando de sua culpa. Transmite-lhe o perdão de Deus. Para isso o rito prevê a imposição das mãos. Quando, como sacerdote, eu coloco as mãos sobre a cabeça do confessando, ele sabe fisicamente, que foi aceito por Deus de forma incondicional, que o amor de Deus também inclui a cura de sua culpa. O rito da absolvição ajuda o confessando a acreditar realmente no perdão de Deus. Jung sempre enfatizou que, em situações nas quais efetivamente se tornou culpada, a pessoa sente-se excluída da comunidade e cindida por dentro. Não consegue se libertar sozinha dessa cisão. E apenas uma indicação do perdão de Deus muitas vezes não é o bastante para que ela possa acreditar n’Ele. O rito, diz Jung, pode-nos ajudar a superar os obstáculos da alma que nos dificultam a crença no perdão de Deus. Em nosso inconsciente existem barreiras contra essa crença. Existem ideias arcaicas de que toda culpa deve ser expiada. O rito é necessário para dissolver essas imagens arcaicas em nosso inconsciente, pois ele comunica não só à nossa razão ou à nossa emoção, mas também à profundidade do nosso inconsciente, que fomos aceitos incondicionalmente por Deus e que não precisamos mais reapresentar nossa culpa a nós mesmos. O rito é suprapessoal, é mais do que um pedido pessoal do sacerdote. Nele o sacerdote tem acesso a o poder salutar das origens. Essa é a convicção de todas as religiões. Jung também se convenceu disso: “Por meio do rito preenche-se o aspecto coletivo e numinoso do momento presente, para além do seu puro significado pessoal.” A confissão encerra-se com uma despedida. A liturgia prevê a seguinte saudação: “O Senhor perdoou seus pecados. Vá em Paz”!
 
Quando conveniente, o sacerdote pode transmitir ao confessando, com uma saudação de paz, que dali em diante ele foi aceito por Deus e readmitido pela comunidade da Igreja. Considero realmente importante que o sacerdote transmita à pessoa a bênção divina de despedida e a anime a não esmorecer, mas a trilhar seus caminhos confiando na misericórdia de Deus. Nem tudo será bem-sucedido nesse caminho, mas ela poderá saber que sempre e em todos os lugares estará cercada pela presença salutar e amorosa de Deus.




Referências:

 
1- Celebração da Reconciliação. Anselm Grun. Ed.Loyola
2- Misericordiae Vultus (Papa Francisco)
3- Ritual do Sacramento de Penitência. Ed. Paulinas
4- Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros
5.Evangelii Gaudium (Papa Francisco)
6. A Misericórdia. Condição Fundamental do Evangelho e Chave da Vida Cristã.  Ed.Loyola (Card.Walter Kasper)



Finados

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No dia 02 de novembro finados os formandos do seminário São José e o reitor padre Francisco Guerra celebrou a Santa Eucaristia ás 8:00 horas, logo após tivemos um momento de formação sobre escatologia no âmbito antropológico e teológico. O conteúdo da formação teve como base numa bibliografia do monge Anselm Grun, focando no título: “Para onde vamos ao morrer? ”. A partir do texto os seminaristas e formador tiveram uma partilha reflexiva sobre o texto, cada um pode sobre a experiência peculiar da perda de seus entes queridos, e também fazer uma reflexão sobre aquilo que a Igreja fala sobre a morte. “O Cristianismo afirma que nós chegaremos a Deus como pessoas. A Igreja diz que ressuscitaremos de corpo e alma. Se nós formos a Deus de corpo e alma, isto significa que aquilo que constitui nossa pessoas será salvo em Deus”.

Anselm Grun enfatiza que a Tradição Cristã recomendou três imagens como meditação para entender aonde vamos na morte a primeira imagem que ele cita é a da morada. Nós iremos morrer para a morada eterna e essa morada Jesus no-la preparou. A segunda imagem é a de Pietà. Maria segura Jesus no colo morto. Criada por volta do século XIII e XVI. Maria com Jesus morto no colo queria dizer-lhes que: Nós não morreremos para dentro da frialdade escura, mas para os braços maternos de Deus.

 
A terceira imagem refere-se a parábola do pobre Lazaro, a quem os anjos levaram ao seio de Abraão após a morte. No fundo, todas essas imagens querem dizer que nós haveremos de morrer para dentro do amor misericordioso de Deus, que nos espera e nos plenifica. Por fim, foi um encontro profícuo para todos, encerramos com uma oração a Nossa Senhora, Mãe que sempre acolhe todos os seus filhos e leva-os ao coração do Pai que nos aguarda.



Aniversários - Ludugerio e Dom Marco - Visita Pe. José Geraldo

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No dia 17 de outubro, o seminário São José recebeu a visita do Coordenador Diocesano de Pastoral, Padre José Geraldo de Melo, que celebrou às 18hs a Santa Missa, aproveitou e partilhou suas grandes e desafiantes experiências missionárias, assim para que com seu exemplo e testemunho nós seminaristas sintamos cada vez mais o ardor missionário.                        

Após a Missa tivemos o jantar em comemoração do aniversário de nosso Bispo Dom Marco Aurélio e do seminarista Ludugerio.






Encerramento das Missões 2016

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No mês de outubro encerramos na Paróquia Nossa Senhora do Carmo nossa missão formativa de 2016.

Segue os testemunhos dos seminaristas:




Assim como a missão da Igreja é a evangelização, eu, sendo parte da Igreja de Jesus, me coloco à disposição desse serviço missionário. Durante essa semana de missão em Senhora do Carmo, na comunidade Vargem dos Coutos, me senti mais próximo do povo de Deus, partilhando e vivendo com eles o serviço de evangelização. Para mim, a missão  trouxe um renovo em minha vocação, fortalecendo o meu desejo de seguir em frente meu caminho vocacional.

Luciano



A Missão é uma palavra que abarca várias dimensões da nossa vida, mas talvez ela tenha um único sentido : o de estar próximo do outro por inteiro.  Não obstante o Papa Francisco tem insistido em pedir que a Igreja vá a procura dos que se encontram em periferias , inclusive , as periferias existenciais .

Nesta última missão que realizamos na Paróquia Nossa Senhora do Carmo pude entender melhor o que o pontífice havia nos pedido .
Quando nos tornamos próximos uns dos outros temos a capacidade de ter acesso , de uma forma mais eficaz , ao coração do outro .
O povo de Deus sempre será fonte de inspiração para o serviço ao Reino . Saio dessa missão com a convicção do meu lugar na sociedade .
Aos meus amados irmãos e irmãs , Graça e paz .

Paulo Leal



A missão é a oportunidade de vivenciar junto aos irmãos a experiência do anúncio e da partilha da palavra de Deus. Quando se chega na comunidade e percebe a sua alegria em acolher a proposta missionária o trabalho é realizado com maior desempenho. Para cada missão um novo aprendizado, afinal de contas é um encontro com o outro. Esse outro que tem histórias, alegrias e tristezas; e que lutam no dia-a-dia sem perder a fé. Quando estamos reunidos há um avigoramento na fé, por isso é que devemos sempre ir além de nós mesmo para que o anúncio do Reino de Deus aconteça aqui e agora.
Júlio César



Posso dizer que a missão foi um verdadeiro fermento para a vocação. Foi muito gratificante poder rezar, conviver, e levar a palavra de Deus a todas àquelas pessoas que mesmo com os seus desafios, conseguem louvar e honrar a Jesus Cristo de maneira muito bonita. Cada abraço,cada sorriso no rosto, cada gesto de acolhida que vivenciei, serviu para firmar em meu coração o verdadeiro propósito para o qual me sinto chamado. Está missão foi somente bençãos de Deus.

Paulo Oliveira

 
O servo de Deus Dom Luciano Mendes de Almeida dizia: “Onde há povo, há missão; onde há missão, há razões para ser feliz”. Durante os dias da experiência missionária na Paróquia de Nossa Senhora do Carmo (Distrito de Itabira), tivemos a possibilidade de experimentar junto a essa “Porção do Povo de Deus” várias razões para ser feliz. Nos deparamos com um povo simples, porém de muita fé, que nos acolheu com grande abertura de coração para partilhar conosco o pão de cada dia, a vida e a Palavra de Deus. Visitas e celebrações, orações e canções, abraços e sorrisos, lágrimas e histórias, todos esses gestos caracterizam um pouco do que foi a nossa caminhada missionária. Essas experiências nos ajudam a compreender que a realização da vocação se dá na doação. Diante de tantas maravilhas que testemunhamos só nos resta dizer: Obrigado, Senhor!

Adriano

"Estar na comunidade do Angico, com aquela parcela do povo santo de Deus foi uma grande alegria, momento de crescer como pessoa e, especialmente, como cristão. É verdade que em princípio aquilo que nos move a viver intensamente a missão é o desejo de evangelizar mas, como já se tornou de costume, eu fui um daqueles que mais saiu evangelizado com essa maravilhosa experiência. Além de levar o rosto misericordioso de Jesus por meio de sua Palavra, novamente me surpreendi por ver como o Cristo, de inúmeras formas, já se faz presente no meio dos mais simples e humildes. Sou muito grato a Deus por me conceder o dom de ser membro desta Igreja, Santa e Católica,de encontrar a semente da fé que subsiste em tantos corações."
Fernando



Estive em missão na paróquia Nossa Senhora do Carmo na comunidade do Cutucum, foi uma experiência abençoada por Deus, tive a oportunidade de alimentar minha vocação com o amor fraterno de cada irmão e irmã que conheci e que visitei, foram momentos de oração e partilha, levar amor e receber amor, falar de Jesus e ouvir sobre este mesmo Jesus é gratificante. Essa missão nao terminou ela continua em minha vida pois trago cada pessoa que conheci em minhas orações, e sei que estão rezando por mim também. Que nosso sim seja como o sim de Maria nessa caminhada, a cada visita essa frase ficava marcada, e deixo ela aqui para todos nós.

Ronan



A Igreja tem a missão de evangelizar. Desde seu início, ela sabe da necessidade de anunciar a boa-nova, segundo a ordem de Jesus: “Ide por todo o mundo, proclamai o evangelho a toda criatura” (Mc 16,15).

Na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, encontramos a belíssima oportunidade de fazer uma boa semana de missão nas comunidades, junto ao povo de Deus. Na comunidade Será dos Alves pela terceira vez em missão, fui novamente muito bem acolhido. Durante o período de missão pude fazer uma abençoada experiência de visitas e celebrações, junto às famílias da comunidade.

A Igreja sempre se preocupou em responder a essa nobilíssima vocação de ser portadora da boa-nova e sacramento universal de salvação (LG 48).

Lucas Magno



Durante o último feriado nós Seminaristas da diocese de Itabira tivemos a oportunidade de vivenciar uma experiência missionária nas comunidades da cidade de Senhora do Carmo. Pude experimentar 5 dias de muitos trabalhos como visitas as famílias da comunidade d Alto São Pedro. Dando atenção de forma experiência aos idosos e doentes, levando comunhão aquelas pessoas impossibilitadas de ir até a comunidade. Entrando na dinâmica da vida daquela comunidade, pela distância de alguma resistência a outra tive que me locomover  a cavalo, moto e outras a pé. Estar e viver eles últimos dias na dinâmica daquele povo de grande simplicidade mas acolhedores e de muita fé sem dívidas traz ao meu coração um grande renovo vocacional, pois o desejo de me consagrar a Deus através do Sacramento ordenado é servir ao próprio Cristo na vida da comunidade, onde as pessoas muitas vezes sofridas, abandonadas e carentes de Deus encontram em nós o próprio Cristo, como uma luz na escuridão. Louvo a Deus por me proporcionar esta experiência maravilhosa, experimentar o seu amor e me confirmar na fé e na vocação.

Lucias Araújo



Estive na comunidade Campo do Gordura, completando uma sequência de trabalhos realizados no decorrer deste ano Santo da Misericórdia. Trago desta missão a satisfação de perceber os frutos do trabalho realizado pelos seminaristas que por lá passaram no decorrer deste ano. Encerramos uma etapa de missão que acredito ter ficado na memória daquela parcela do povo de Deus presente no distrito de Senhora do Carmo. Para mim, retorno mais humanizado.

Ivan



Durante a semana tivemos mais uma experiência belíssima de Missão no distrito de Senhora do Carmo, desta vez abrangendo o centro desse distrito. Foi uma experiência nova, visitando cada casa, ouvindo as dores e alegrias do povo, vivenciando a realidade daquele lugar, as dificuldades e esforços. Mesmo com tudo isso algo que pude notar em cada um foi a felicidade estampada em cada rosto, mesmo enfrentando obstáculos e desafios a alegria está sempre presente.

Helvert

Vivenciar a experiência missionária, de poder ir ao encontro das pessoas e das famílias cada vez mais dá um novo sentido em minha caminhada vocacional, poder escutar e partilhar experiências sempre me renova. Quando se diz em fazer missão as vezes vem à mente o cansaço e outras coisas, mas isso é passageiro. O importante é que a semente foi lançada e que ela possa germinar e dar muitos frutos, na vida de cada pessoa e de cada família visitada.

William



Essa etapa missionária foi realizada no setor 2 no centro da cidade. Foi um momento de alegria e partilhas. Muito bom estar com o povo de Deus. Quero partilhar a alegria de poder ter rezado com o terço dos homens e a receptividade do povo de Deus.






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